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domingo, 22 de fevereiro de 2015

Moço jeitoso em roupa interior...


Sim, meninas, respirem fundo... já está? 

Agora vejam as fotos em roupa interior do menino bonito das pistas de dança, o DJ Calvin Harris.


Ele é o protagonista da campanha para a nova colecção de Primavera de lingerie da Emporio Armani.






Olhem os abdominais deste homem!! (Só para os abdominais!! :P)





É impressão minha ou este moço, além de giro também é bem dotado?? :P

Vejam abaixo o vídeo da sessão fotográfica.





Estás contratado, homem... já nem precisas de enviar o currículo ... ahahaha ;)

Beijinhos cheios de más intenções
R&A



quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Into the Porn



"Llámame Marta" nasceu de 3 anos de contacto de uma fotógrafa, Katia Repina, com a indústria do sexo em Espanha. Acompanha a vida pessoal e profissional de uma actriz desde os primeiros passos na pornografia, aos 23 anos. 

O documentário e projectos associados constituem uma visão pessoal de alguém que foi mudando a sua percepção da área à medida que dela mais foi conhecendo, mas mostram-nos muito do que nos escapa quando 'consumimos' pornografia. 

Mais aqui:

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Couples by Dean Agar







Andava a passear pelos trabalhos de Dean Agar e encontrei estas fotografias de casais. Adorei a cumplicidade, a entrega e a sensualidade em que estão envolvidos. 

Beijos repletos de sensualidade
R&A

domingo, 8 de fevereiro de 2015

“Despreocupado, mas não Indiferente”


Erotique Voilée, 1933 by Man Ray

In 1933, Man Ray made a series of photographs using the artist Meret Oppenheim as a model. In this series, entitled Erotique Voilée, Oppenheim stands nude behind an enormous printing press wheel, her left arm, which is covered with ink, held up to her forehead. The left hand and arm are soiled and impure, but her gesture maintains an ambiguity between the warding off of further insults and a proud display of her stain. 

As a representation of a female artist in the role of a model, made by a male artist, Man Ray's photograph is at the center of a knot of considerations which entangle gender dynamics within Surrealism. In this enigmatic photograph, Oppenheim's eyes are downcast, half her face in the shadow of her ink-covered arm, which gestures palm out at the viewer. Around her neck is a simple black hoop that appears to be made of rubber or some similar material. Her pubic region is obscured by a blatantly phallic wooden handle which protrudes from the printer's wheel in front of her. 

The work is representative of the ongoing dynamic between men and women in Surrealism. 





Observo a mesma desconstrução na peça, talvez a mais emblemática de Ray, The Gift (1921), onde, ao ferro de engomar, objecto do quotidiano, representando o universo feminino, suave, se acrescentam algumas tachas (pequenos falos) na base, subvertendo a função do objecto, que se transforma em algo agressivo, masculinizado. 


Se temos cá fruta? Temos, pois.

















Todas as fotos são da fotógrafa Cristina Otero.



sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Anaïs Nin & Henry Miller

H,

Para ficar contigo por uma noite eu daria toda a minha vida, sacrificaria cem pessoas, deitaria fogo a Louveciennes, seria capaz de tudo. Isto não é para te preocupar, Henry, é só porque não consigo impedir-me de o dizer, que estou a transbordar, desesperadamente enamorada por ti como nunca estive por alguém. Mesmo que fosses embora amanhã de manhã, a ideia de estares a dormir na mesma casa teria sido um doce alívio do tormento que suporto esta noite, o tormento de ser cortada ao meio quando fechaste o portão atrás de ti. Henry, Henry, Henry, eu amo-te, amo-te, amo-te. 


Anais Nin, Carta a Henry Miller (1932)

Renam Christofoletti


Um (possível) presente para quem adivinhar...

...quem é o moço.























Sim, é sexta-feira e a gente quer é rambóia!


Flesh For Fantasy


Clayton Cubitt


[Sabia que...]

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Fotografia: Catherine McNeil by Txeme Yeste


Txeme Yeste
Clique na foto, se quiser aumentar.



Experiências Visuais


Todos nós, em algum momento da vida, já nos olhámos ao espelho para, secretamente, pensar que que não é aquela imagem que queremos que os outros vejam (imagino já uma série de cabeças a movimentar-se em tom de concordância ou discordância relativamente a esta afirmação). Não se exaltem já... isto tem um objectivo!

As pessoas não são feias, às vezes, não tiram é partido dos seus atributos. Sabem quando dizem ao fotógrafo para esperar um pouco enquanto fazem uma pose digna de ser focada pela lente mais talentosa? Aqui passa-se algo semelhante.

A fotógrafa Gracie Hagen fez uma série de fotografias, intituladas Illusions of the Body, baseadas neste contexto, na descoberta da pose ideal ou dos atributos que muitas vezes não valorizamos.

Deixo-vos apenas algumas das fotografias. As restantes podem ver no site da fotógrafa.









Beijos despidos
R&A

Porno, disse porno?



Ellen von Unwerth
Atreva-se a clicar

Diz o CM e eu concordo.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

O politicamente correcto chegou à moda?

Eu acho que sim.

Victoria Janashvili



Candice Huffine



Tess Holliday

Não sei se são os preconceitos de mais de trinta e oito anos neste corpo sempre fora das medidas da moda e nesta época das super thin, durante muitos anos nem sequer me atrevia a ver-me nua ao espelho e quando vejo agora mulheres como a Tess Holliday fico sem saber o que achar. Na questão da saúde, que é a mais importante, talvez estas modas também não venham a ajudar em nada. Vou contar um caso concreto, este fim-de-semana uma linda menina de nove aninhos disse-me que podíamos ir mais vezes ao McDonald's porque não tinha mal nenhum ser gorda (tinha visto a notícia da Tess Holliday no ipad do pai). O pior é que tem, desde problemas de circulação, pressão alta, colesterol, diabetes e mais umas poucas de mazelas, ser gordo tem bastantes males, é como ser magro em demasia. Aceitar o nosso corpo na sua totalidade, mas procurar sempre ficar mais saudável, é a única coisa que posso dizer, eu que sou gorda e ando sempre à luta  para enfiar a barriguinha "massa de filhós" dentro das calças :)


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

"Calçava meias pretas de seda ...




John Peri Photography


 ... que lhe chegavam acima do joelho. Ainda não pudera ver-lhe o cu (esse nome que eu empregava ao conversar com Simone parecia-me o mais bonito nome das coisas do sexo). Apenas imaginava que, soerguendo-lhe o avental, poderia ver o seu traseiro nu. (…)

Estava calor. Simone pôs o prato num banquinho, instalou-se à minha frente e, sem deixar de me olhar nos olhos, sentou-se e meteu o traseiro no leite. Fiquei, por momentos, imóvel, com o sangue a subir-me à cabeça, todo a tremer, enquanto ela olhava para a minha verga a enfunar as calças. Deitei-me a seus pés. Ela não se mexia; pela primeira vez, vi a sua “carne rosa e negra” a banhar no leite branco. (…)

Ela, de repente, ergueu-se: o leite escorreu-lhe até às meias, nas coxas. Enxugou-se com um lenço, de pé por cima da minha cabeça, com um pé em cima do banquinho. Eu esfregava a verga, debatendo-me no chão. Chegámos ao gozo no mesmo instante, sem termos tocado um no outro.”



História do Olho, Georges Bataille, 1988, Livros do Brasil, pg. 9 e 10