"Llámame Marta" nasceu de 3 anos de contacto de uma fotógrafa, Katia Repina, com a indústria do sexo em Espanha. Acompanha a vida pessoal e profissional de uma actriz desde os primeiros passos na pornografia, aos 23 anos.
O documentário e projectos associados constituem uma visão pessoal de alguém que foi mudando a sua percepção da área à medida que dela mais foi conhecendo, mas mostram-nos muito do que nos escapa quando 'consumimos' pornografia.
A prova de que, em cenas de sexo (mais ou menos líricas), já fazemos parte da mobília... aqui .
Como já toda a gente viu umas quantas cenas do filme, fiquem lá com a banda sonora onde um senhor de cabelo sobremaneira estranho convive com "piquenas" MUITO boas...
Quem é amiga, quem é?
Estive a ouvir o Jim Kerr, na M80, até ao momento em que o homem decide fazer-me pirraça, trincando o estaladiço (e quentinho, diziam eles) pastel de belém :)
Sábado, não eu (raios me partam!), mas a Mariazinha e a Dr.ª (certo?) vão estar no Coliseu a curtir este som. Aos mais jovens, as minhas desculpas, mas já fui tão feliz ao som dos Simple Minds...
ADORO! É mesmo o meu género e vou comprá-lo de certeza! Sim, sou maluca por livros eróticos... e com um trailer destes, podem censurar-me?? ;) Beijos eróticos R&A
Não será à toa que a campanha NO MORE irá passar o seu vídeo no intervalo do evento desportivo mais importante da América, o Super Bowl. Se tiverem tempo e curiosidade, podem saber mais aqui. Lembro-me de que vi o vídeo do merdas do Ray Rice, um autentico porco, que merecia ser castrado a sangue frio, e fiquei bastante desiludida com o encolher de ombros, na altura, dos responsáveis. Dois jogos de suspensão, uma folgazinha, portanto.
Voltemos ao vídeo. A mensagem, ainda que em língua inglesa, é universal: o medo. Não o medo das doenças, dos tufões, dos cães assassinos, de um acidente de viação, mas o medo de exigirmos o que nos pertence, a dignidade, o respeito e a segurança. Não só, mas principalmente, as mulheres, em pleno século XXI, continuam a sofrer (e a morrer) de violência doméstica, a violência dos cobardes. Em Portugal, até ao final de Novembro de 2014, segundo a UMAR, houve 40 casos de homicídios do tipo e 46 tentativas que, felizmente, não resultaram na morte da vítima, mas que com certeza deixaram marcas perpétuas. Carece à minha fraca análise, um estudo aprofundado, especialmente no que diz respeito às leis e à sua aplicação. Afinal, como é que se justifica esta facilidade em matar? Falta a condenação civil, para além da judicial? Estamos a recuar nos direitos humanos ou, devido às tecnologias de informação, recebemos a realidade em maiores quantidades?
Cada um terá a sua ideia de resolução para o problema, bem de certo. Uns mais pacíficos e optimistas, outros, como eu, menos predispostos a acreditar nos milagres da salvação.